Como investir em títulos públicos e crédito privado em 2026
Imaginar o cenário de investimentos para 2026 é como abrir um novo capítulo diante de incertezas e oportunidades. Com base nas experiências que vivi atendendo clientes na Convexa Investimentos, vejo surgirem dúvidas, cautelas, mas também esperança diante das perspectivas de títulos públicos e crédito privado. São ativos distintos, mas que, bem estruturados, têm o poder de transformar o perfil financeiro de cada investidor. Sempre falo aos meus clientes: entender o funcionamento e as melhores opções é o primeiro passo para tomar decisões confiantes. Preparei este artigo para compartilhar o que aprendi, quais são os melhores títulos para 2026, as vantagens, prazos e os riscos de cada alternativa, compartilhando insights práticos e histórias do universo de quem investe pensando no futuro.
O cenário para 2026: Por que agora é um momento especial?
Quando olho para 2026, vejo um cenário repleto de novas oportunidades para quem deseja investir em títulos públicos e crédito privado. Após anos de volatilidade global e ajustes locais, acredito que entramos em um ciclo com juros reais mais previsíveis e pressões controladas sobre inflação. O investidor que age agora pode colher frutos expressivos nos próximos anos.
A paciência será seu maior aliado nos investimentos em renda fixa em 2026.
Acredito que, com Selic estável ou levemente descendente, os títulos públicos retomam sua atratividade para quem busca previsibilidade, enquanto o crédito privado tende a oferecer prêmios ainda melhores a quem está disposto a tomar riscos calculados. O segredo aqui será construir uma carteira inteligente, equilibrando emissões públicas e privadas de vários prazos.
Fatores que impactam as escolhas para 2026
- Projeções de inflação controlada, que favorecem indexadores como IPCA.
- Demanda maior por diversificação, impulsionada por mudanças regulatórias e avanços digitais.
- Competição entre bancos e empresas na oferta de crédito, trazendo alternativas mais rentáveis para o investidor.
- Mais acesso a plataformas de investimento, incluindo serviços de assessoria completos como o da Convexa Investimentos, que facilita o acompanhamento dos ativos.
Já presenciei muitos clientes que transformaram suas finanças ao focar em renda fixa e crédito privado no momento certo. Ainda assim, é fundamental entender os detalhes de cada alternativa antes de decidir.
O que são títulos públicos?
Não há como falar de investimento seguro sem mencionar títulos públicos. Títulos públicos são papéis emitidos pelo governo, funcionando como uma forma de emprestar dinheiro ao Estado em troca de remuneração definida. Eles representam a base da renda fixa brasileira, sendo adquiridos principalmente pelo Tesouro Direto. Por mais simples que pareçam, oferecem diversas opções de rentabilidade e prazo.
Os títulos públicos costumam ser indicados tanto para quem está começando quanto para investidores mais experientes. Isso ocorre porque, mesmo em tempos de turbulência, são considerados os investimentos de menor risco do país devido à garantia do governo federal.
Principais tipos de títulos públicos
Em 2026, como nas últimas temporadas, creio que três modalidades seguirão como destaques:
- Tesouro Selic: Acompanha de perto a taxa básica de juros (Selic) e é perfeito para quem deseja liquidez e baixo risco, inclusive como reserva de emergência.
- Tesouro IPCA+: Indexado à inflação, protege o poder de compra do seu dinheiro. É muito procurado por quem investe com horizontes mais longos, como aposentadoria ou projetos de médio prazo.
- Tesouro Prefixado: Garante uma taxa fixa, ideal para quem acredita que os juros não vão cair ainda mais ou quer previsibilidade total sobre o rendimento final.
Cada tipo oferece diferentes vantagens, e sei que escolher entre eles requer análise do perfil do investidor, dos objetivos e, especialmente, dos prazos.
Como funcionam os prazos e vencimentos?
Os prazos dos títulos públicos variam bastante. Em 2026, algumas alternativas já surgem com vencimentos para 2029, 2035, 2045 ou até além. E cada vencimento atende a uma estratégia diferente:
- Curto prazo: ideal para quem pode precisar do dinheiro antes do vencimento, com liquidez quase diária (Tesouro Selic).
- Médio prazo: foco em projetos para alguns anos, permitindo buscar taxas melhores (Tesouro IPCA+ 2029, por exemplo).
- Longo prazo: mais indicado para aposentadoria, educação dos filhos ou formação de patrimônio de longo prazo (Tesouro IPCA+ 2045).
Minha sugestão sempre é: alinhe o vencimento do título com seu objetivo. Evite, por exemplo, investir em um título que vence em 2045 se você pode precisar do dinheiro em 2028, já que pode sofrer variação de mercado caso precise vender antes.
Para quem deseja aprofundar, recomendo o guia completo sobre Tesouro Direto para iniciantes, disponível em nosso site, que detalha cada modalidade.
O que é crédito privado?
Quando penso nos movimentos recentes do mercado, percebo uma transformação na busca por alternativas ao Tesouro Direto. O crédito privado entrou no radar dos investidores brasileiros pela possibilidade de maior rentabilidade. Crédito privado são títulos de renda fixa emitidos por empresas, bancos ou financeiras, que buscam captar recursos junto ao público em troca de determinada remuneração.
No dia a dia da Convexa Investimentos, acompanho clientes que buscam diversificar usando crédito privado, pois esses ativos podem oferecer prêmios acima do Tesouro, compensando riscos adicionais. Mas é justamente aí que entra a importância da análise detalhada – nem todo papel é igual, e a segurança também varia.
Principais tipos de crédito privado
- CDB (Certificado de Depósito Bancário): Emissão bancária, geralmente com cobertura do FGC para valores até R$ 250 mil, ideal para prazos de curto e médio prazo. Acompanho CDBs de bancos médios com taxas muito competitivas.
- LCI/LCA (Letras de Crédito Imobiliário/Agrícola): Isenção de imposto de renda para pessoas físicas, indexadas ao CDI, IPCA ou pré-fixados. Ótimos para quem busca rentabilidade líquida mais alta, com baixo risco bancário.
- Debêntures: São papéis emitidos por empresas não financeiras, com prazos diversos e possibilidade de isenção de IR em debêntures incentivadas, ligadas a infraestrutura. Rendem acima dos títulos públicos em muitos casos, mas o risco é maior e não há FGC.
- CRI/CRA: Certificados de Recebíveis Imobiliários e do Agronegócio, voltados para investidores experientes e focados em renda passiva. Esses são mais sofisticados e oferecem prêmios elevados, mas exigem atenção redobrada à análise de crédito.
Cada um desses produtos tem um perfil e objetivo diferente. Na minha experiência, a combinação de CDBs, LCIs e algumas debêntures permite montar uma carteira balanceada, com controle de riscos e retorno acima da média.
Se quiser entender detalhes sobre cada alternativa, recomendo acessar nosso artigo CDBs, LCIs e LCAs: entenda tudo sobre letras de crédito.
Como escolher entre títulos públicos e crédito privado?
Essa é uma das perguntas que mais ouço nos encontros com clientes e seminários. Para 2026, acredito que a escolha deve ser feita avaliando três pontos principais: objetivo, prazo e tolerância ao risco.
- Proteção e liquidez? Tesouro Selic e CDBs de bancos grandes atendem bem.
- Busca por ganhos acima da inflação? Tesouro IPCA+ e debêntures incentivadas para médio/longo prazo.
- Diversificação? Misturar crédito privado (com avaliação criteriosa do emissor) e títulos públicos.
Na Convexa Investimentos, trabalhamos exatamente assim: combinando inteligência e personalização para desenhar uma estratégia sob medida. Em reuniões semanais, reviso comigo mesmo cada um desses tópicos ao orientar clientes. Não basta buscar o maior retorno, é vital entender os riscos e alinhar com o propósito de cada investidor.
Um exemplo prático para 2026
Imagine um cliente que deseja formar patrimônio para a aposentadoria e, ao mesmo tempo, manter a possibilidade de realizar um projeto familiar daqui a cinco anos. Recomendo para ele:
- Uma fatia em Tesouro IPCA+ 2035, aproveitando taxas reais elevadas e proteção contra inflação.
- Uma parte em CDBs com vencimento em 2029, de bancos sólidos e com taxas superiores ao CDI, além de garantir a cobertura do FGC nesse valor parcelado.
- Complementar com uma debênture incentivada para captar benefícios fiscais e incrementar o retorno total da carteira.
Segurança, rendimento e proteção devem caminhar juntos para 2026.
Isso permite que o cliente tenha flexibilidade, retorno interessante e risco controlado. Nem sempre nossos concorrentes oferecem esse nível de personalização e acompanhamento. Na Convexa Investimentos, monitoro periodicamente todas essas estratégias e faço ajustes ao longo do tempo, conforme o cenário muda e os objetivos do cliente também podem mudar.
Quais os melhores títulos públicos para investir em 2026?
Depois de analisar as tendências dos últimos anos e os cenários econômicos futuros, já percebo que os títulos mais promissores para 2026 serão:
- Tesouro IPCA+ 2029/2035/2045: Extremamente procurado por investidores que querem proteção real contra inflação, especialmente em horizontes longos. O juro real brasileiro se mantém interessante, mesmo em cenários de baixa inflação, e acredito que seguirá acima da média internacional.
- Tesouro Selic: Para quem exige liquidez e segurança absoluta. Manter uma parte do portfólio nesse título é estratégia inteligente, seja para objetivos de curto prazo ou para evitar surpresas.
- Tesouro Prefixado: Para perfis que desejam previsibilidade de rendimento, apostando que os juros podem cair nos anos seguintes.
O mais interessante é montar uma carteira diversificada, combinando pelo menos dois desses papéis, alinhando vencimentos com seus projetos pessoais.
Para um passo detalhado, recomendo nosso conteúdo sobre estratégias para investir em Tesouro Direto IPCA+.
Como monitorar riscos nos títulos públicos?
Ainda que os títulos públicos sejam vistos como os mais seguros, existe o chamado risco de mercado. Se o investidor precisar resgatar o título antes do vencimento, poderá estar sujeito à marcação a mercado, o que pode gerar perdas ou ganhos. Definir bem seus objetivos e prazos é o melhor caminho para evitar surpresas desagradáveis.
Também deve-se observar o cenário político e fiscal, pois tais elementos podem influenciar diretamente o preço dos títulos, principalmente os prefixados e IPCA+. Mas nunca vi um investidor perder dinheiro levando o papel até o vencimento, o que é outro motivo pelo qual oriento a alinhar sempre esse prazo ao seu objetivo.
Quais os melhores ativos de crédito privado para 2026?
Ao olhar para 2026, vejo os seguintes destaques:
- CDBs de bancos médios e grandes: Com prêmios acima do CDI, são oportunidades de melhorar o retorno sem ampliar muito o risco (graças ao FGC em valores até R$ 250 mil por CPF). Recomendo mesclar várias instituições.
- LCI/LCAs: Excelentes taxas líquidas para médio prazo em função da isenção de imposto de renda. Para projetos de até cinco anos, são imbatíveis.
- Debêntures incentivadas: Para carteiras de perfis arrojados e retorno acima da média, unindo isenção fiscal e prazos mais longos. Fique atento à análise das empresas emissoras.
Para os investidores que procuram uma abordagem mais detalhada em crédito privado, sugiro a leitura do nosso guia completo sobre estratégias na renda fixa.
Como gerenciar os riscos do crédito privado?
Apesar dos prêmios, o crédito privado envolve riscos de crédito (calote do emissor). Tenho hábitos de fazer uma análise atenta de cada instituição e empresa emissora antes de orientar meus clientes. O segredo é diversificar: nunca concentre altos valores em apenas um emissor, mesmo que a taxa pareça irresistível.
Consulte o rating das emissoras e fique atento às garantias. Em aplicações com FGC, o risco é muito reduzido até o limite coberto. Já em debêntures e CRIs/CRAs, avalie o setor, histórico e projeções da empresa emissora. Contar com assessoria especializada, como a que oferecemos na Convexa Investimentos, pode fazer toda a diferença.
Como montar uma carteira equilibrada para 2026?
Muitos me perguntam: “Como encontrar o equilíbrio entre segurança e rentabilidade?” Não existe receita pronta, mas há boas práticas que sempre cito nas reuniões de planejamento financeiro. Veja um caminho possível, que pode ser adaptado para diferentes perfis:
- Definir o objetivo e prazo de cada recurso (reserva, aposentadoria, projetos específicos etc.).
- Destinar uma parcela para liquidez imediata (Tesouro Selic, CDB diário de banco grande, fundos DI).
- Alocar parte do patrimônio em títulos IPCA+ de vencimento direcionado aos objetivos de prazo médio e longo, garantindo proteção contra a inflação.
- Diversificar em crédito privado (CDB, LCI/LCA, debêntures) sempre dentro do limite de segurança para cada emissor, levando em conta o FGC.
- Acompanhar e rebalancear pelo menos anualmente, ajustando conforme o cenário e sua vida mudem.
Vejo que os concorrentes até sugerem carteiras semelhantes, mas na Convexa Investimentos temos um diferencial real: acompanhamento contínuo e suporte personalizado. Nenhum investidor é igual ao outro, e cada estratégia precisa ser ajustada no detalhe para obter os melhores resultados.
Vantagens de contar com uma assessoria na hora de investir
Já presenciei situações em que um pequeno ajuste na carteira mudou totalmente o resultado esperado. Isso reforça minha crença de que contar com uma assessoria de investimentos como a Convexa é o melhor caminho para conciliar retorno e tranquilidade.
- Análise independente de cada opção e acompanhamento profissional frequente.
- Gestão dos vencimentos e alertas para oportunidades ou riscos.
- Acesso a uma diversidade de emissores e títulos, que muitas vezes não aparecem nas prateleiras dos bancos tradicionais.
- Soluções integradas, como operações de câmbio e conta internacional, que fazem diferença para quem pensa em investir fora do país ou proteger parte do patrimônio em dólar.
Outras instituições no mercado também dispõem de plataformas de investimentos assim como nós, mas o atendimento personalizado, a estratégia desenhada junto do cliente, e o monitoramento constante são diferenciais que só a experiência da Convexa oferece. Ao longo dos anos, vi que é essa proximidade que traz não só resultados financeiros, mas também segurança para cada investidor seguir seu caminho.
Como acompanhar a evolução dos seus investimentos?
Um erro muito comum é investir e esquecer. Sempre digo: acompanhar a evolução da sua carteira é parte do sucesso na renda fixa e crédito privado. A boa notícia é que a tecnologia tornou esse processo mais fácil do que nunca. Na Convexa Investimentos, disponibilizamos relatórios regulares e atualizações personalizadas, para que você saiba, em tempo real, como está sua rentabilidade, riscos e prazos.
Além disso, nossos clientes contam com ferramentas de rebalanceamento, simulações automáticas de cenários e acompanhamento proativo para antecipar possíveis movimentos do mercado. Isso faz diferença, principalmente em anos de transição, como antecipo para 2026.
Alternativas complementares para proteger e expandir seu patrimônio
Sabendo que não existe só renda fixa na vida do investidor, oriento meus clientes a sempre considerar soluções complementares, como seguros de vida, previdência privada e, para quem pensa em internacionalização, contas em dólar e operações de câmbio. Ao integrar tudo em uma só estratégia, você passa a ter não apenas rentabilidade, mas também proteção e ampliação do alcance dos seus investimentos.
Para um olhar mais estratégico sobre como combinar esses produtos, confira também nosso artigo sobre como investir em renda fixa combinando diferentes ativos.
Conclusão: 2026 será o ano da estratégia e da personalização
Se pudesse resumir em uma frase: quem entender seus objetivos e escolher os melhores títulos públicos e de crédito privado em 2026 terá uma vantagem clara na busca por segurança e boa rentabilidade. O segredo está em equilibrar curto, médio e longo prazo, diversificar emissores e contar com acompanhamento verdadeiro.
Como assessor na Convexa Investimentos, vejo diariamente como o atendimento personalizado e o monitoramento constante fazem a diferença na experiência do investidor. Não se contente com receitas de bolo de outras instituições: busque uma assessoria que entende seu momento de vida, pensa estrategicamente para você e acompanha cada decisão ao seu lado.
Está pronto para dar o próximo passo? Conheça a Convexa Investimentos, tenha acesso às melhores oportunidades de títulos públicos e crédito privado, e construa seu futuro financeiro de forma personalizada e segura. Vamos juntos encontrar a estratégia certa para seu perfil e seus sonhos.
Perguntas frequentes
O que são títulos públicos?
Títulos públicos são papéis emitidos pelo governo federal para captar recursos junto ao mercado, remunerando o investidor de forma pré-definida. São negociados principalmente via Tesouro Direto e oferecem diferentes modalidades atreladas à inflação, à Selic ou taxas prefixadas, sendo considerados de baixíssimo risco por contar com a garantia do governo.
Como investir em crédito privado?
Para investir em crédito privado, você deve acessar plataformas de investimento ou contar com assessoria especializada, como a Convexa Investimentos. É possível comprar CDBs, LCIs, LCAs e debêntures diretamente pelo aplicativo de sua corretora. Sempre avalie a solidez da instituição emissora, procure diversificar entre vários emissores e fique atento aos prazos e garantias oferecidas (como FGC para determinados títulos).
Vale a pena investir em 2026?
Com as projeções para 2026 indicando juros estáveis e inflação controlada, investir tanto em títulos públicos quanto em crédito privado será uma boa alternativa para equilibrar rentabilidade e segurança. O cenário favorece especialmente carteiras diversas e estratégias sob medida, individualizadas por meio de assessoria especializada.
Onde encontrar as melhores opções?
As melhores alternativas para investir em títulos públicos e crédito privado estão disponíveis em plataformas completas e consultorias como a Convexa Investimentos, que oferece acompanhamento, acesso a diversos emissores e atualização constante sobre mudanças de cenário. Outras instituições até oferecem alguns produtos semelhantes, mas o diferencial está no atendimento próximo e personalização das estratégias.
Qual a diferença entre CDI e Tesouro?
CDI é um indexador do mercado, usado como referência para muitos produtos bancários, indicando a taxa praticada nos empréstimos entre bancos. Já os títulos do Tesouro Direto são papéis emitidos pelo governo federal com remuneração definida (prefixada, Selic ou atrelada à inflação). CDBs, LCIs e LCAs, por exemplo, podem render percentuais do CDI, enquanto Tesouro Direto oferece remuneração direta pré ou pós-fixada pelo governo.
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